A roda gira
E a regra, agora, é alegria
Nessa síndrome maníaco-depressiva
Segue a montanha-russa da vida.
O que era para ser um poema
Não consegue se transformar em poesia
Então deixo a mão escrever
Mas só nessas poucas palavras
A cabeça pensa em 1001 versos
Que nascem mortos
E a mão não fez sequer uma grafia
É isso uma explosão de emoções?
Ou serão devaneios irrealistas?
Pega a caneta e escreve
Mão boba
Buscas o domínio da situação
Ou ao menos procura algo
Em que se agarrar.
As suas crenças não te levarão ao fim do dia...
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