quinta-feira, dezembro 22, 2005

Um segundo non-sense perdido na linha do tempo

Aqui se fez, aqui se pagou. O que era a aurora em outrora de novos tempos não mais existe: foi fechado dentro de uma gaveta de uma escrivaninha velha de jacarandá do lado de fora. E que assim seja. E que assim será...

Passeando nas rodas de um anel metálico vestido de dedo de mulher, vi o corpo tocar o que se poderia chamar de um falecimento que, mesmo não prematuro, deixa cicatrizes em todos.

Enquanto isso, do outro lado da laranja terrestre, o gomo oriental comemora o nascer do sol em formato de cupido lusitano. E que assim seja...

Amem...

Nenhum comentário: