Aqui se fez, aqui se pagou. O que era a aurora em outrora de novos tempos não mais existe: foi fechado dentro de uma gaveta de uma escrivaninha velha de jacarandá do lado de fora. E que assim seja. E que assim será...
Passeando nas rodas de um anel metálico vestido de dedo de mulher, vi o corpo tocar o que se poderia chamar de um falecimento que, mesmo não prematuro, deixa cicatrizes em todos.
Enquanto isso, do outro lado da laranja terrestre, o gomo oriental comemora o nascer do sol em formato de cupido lusitano. E que assim seja...
Amem...
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